Nos últimos dias, o assunto mais comentado no país é a febre amarela. O governo federal está em alerta contra a doença e, por isso, iniciou uma campanha emergencial de vacinação nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A ideia é imunizar aproximadamente 20,6 milhões de pessoas, entre os meses janeiro e março. Com inúmeras informações sendo divulgadas, o mais importante no momento é identificar as causas e os sintomas, e saber como se prevenir de forma adequada.

De início, as duas informações mais importantes são: a febre amarela é transmitida apenas pelos mosquitos dos gêneros Sabethes e Haemagogus e nem todas as pessoas devem ser vacinadas.

Com as longas filas em postos de saúde e clínicas particulares sem estoque de vacinas, não é de se estranhar que exista uma certa insegurança no ar, mas a imunização não é recomendada em alguns casos. Apesar de ser considerada segura, a vacinação é contraindicada para gestantes, idosos acima de 59 anos, pessoas que fazem tratamentos como quimioterapia e bebês com menos de nove meses, pois podem ter algum tipo de reação. A orientação é que procurem um médico para saber se devem ou não se medicar.

Os sintomas mais comuns da febre amarela são dores de cabeça, nas articulações e músculos, fraqueza, vômitos e febre baixa. Nos casos mais graves, pode ocorrer inflamações no fígado, rins e sangramento na pele.

Para quem não pode se vacinar, a recomendação dos especialistas é o uso de calças compridas, camisas de manga longa, repelentes, mosquiteiros e telas antimosquitos nos cômodos da casa para se proteger das picadas dos insetos. Para pessoas que têm alergia a ovo ou que estão com o sistema imunológico debilitado, a vacina pode causar danos graves à saúde.

O site do Ministério da Saúde traz a lista completa dos postos de vacinação contra a febre amarela, inclusive, os que emitem certificados internacionais, exigidos para entrar em alguns países. Confira no link: http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/unidades-de-referencia/fa/posto_fad1.htm

Fonte: Ministério da Saúde/ Uol

Separamos alguns repelentes que podem auxiliar na proteção, para quem não pode ou ainda não tomou a vacina. Confira aqui!

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