Eliminar a proteína da alimentação sem necessidade pode causar diabetes do tipo 2

Tem sido hábito comum, sobretudo para as pessoas que esperam emagrecer, tirar o glúten da alimentação. No entanto, um estudo realizado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, apontou que esse hábito pode aumentar os riscos de se desenvolver a diabetes do tipo 2, mais comum em adultos. É importante saber que o glúten faz mal apenas para quem tem doença celíaca ou sensibilidade a essa proteína.A Drogaria Onofre separou alguns mitos e verdades sobre o glúten.

Confira:

  1. Glúten engorda.
    Mito. O que engorda são os outros componentes que fazem companhia para ele nos alimentos, como carboidratos simples e gordura. Tirar o glúten da alimentação causa uma falsa impressão de que o emagrecimento se dá por conta da proteína, quando na verdade, está mais ligado ao carboidrato. Quando a pessoa deixa de comer glúten, ela está, automaticamente, cortando pães, massas e doces de sua dieta;
  1. É recomendável cortar o glúten da alimentação?
    Mito. Abandonar o glúten não é algo recomendado pela maioria dos especialistas, a menos que se tenha comprovado a doença celíaca ou a sensibilidade a essa proteína;
  1. Remédios podem conter glúten?
    Verdade. Em alguns casos, o glúten pode fazer parte da composição de alguma substância presente no medicamento. Celíacos devem sempre ler a bula;
  1. Produtos de beleza também podem conter glúten?
    Verdade.  Assim como em medicamentos, alguns cosméticos podem ter glúten. É o caso dos hidratantes à base de aveia, por exemplo.
  1. Pães e outros alimentos sem glúten ficam menos macios?
    Verdade. A glutelina e a gliadina, presentes no trigo, ajudam a dar elasticidade e maciez à massa. Na ausência do trigo, é preciso acrescentar outros ingredientes à receita (como goma de xantana, CMC ou gelatina em pó sem sabor) para melhorar a elasticidade dos alimentos sem glúten;
  1. A intolerância ao glúten é identificada sempre na infância?
    Mito. A intolerância e a doença celíaca podem se manifestar em qualquer idade, desde que o indivíduo seja geneticamente pré-disposto.
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