Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade infantil é um dos problemas públicos de saúde mais graves do Século XXI e estima-se que ela afete mais de 2 milhões de crianças por ano no Brasil.

A obesidade está relacionada a uma série de fatores como hábitos alimentares e atividade física, além de fatores biológicos, comportamentais e psicológicos. Não se trata de um problema meramente estético. Além de frequentemente sofrerem bullying por parte dos colegas, crianças obesas tendem a desenvolver vários problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas, pressão arterial alta, níveis elevados de colesterol e a má formação do esqueleto.

Os sintomas mais comuns que os pais devem ficar atentos são o sobrepeso, compulsão alimentar periódica, falta de ar, obesidade abdominal ou vida sedentária. Os principais cuidados recomendados pelos especialistas são: uma dieta pobre em carboidratos, com restrição de grãos e de vegetais ricos em amido e com ênfase nos alimentos ricos em proteína; além da redução da ingestão de alimentos ricos em gordura, como laticínios, óleo e carne vermelha para melhorar a saúde cardiovascular.

Também é importante limitar o tempo que as crianças passam assistindo TV, jogando videogames, utilizando computadores, tablets e smartphones, e estimula-los a realizar atividade aeróbica por 20 a 30 minutos, cinco dias por semana. A perda de peso pode melhorar a condição cardiovascular e reduzir o risco de complicações relacionadas à obesidade.

 A OMS entende que a obesidade se tornou uma epidemia. De acordo com a Organização, crianças obesas e com sobrepeso tendem a se tornar adultos obesos, por isso, considera prioritária a prevenção da obesidade infantil. Ajudar a criança a conseguir um peso saudável é responsabilidade de toda a família, defende os especialistas.

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