O inverno começa oficialmente no dia 21 de junho e, com ele, a incidência das doenças respiratórias, como gripe, rinite e asma, aumenta em 40%. Tudo começa com a queda de temperatura que traz o tempo frio, que funciona como um irritante para as vias aéreas de algumas pessoas.

Além disso, há redução da umidade relativa do ar; inversão térmica (responsável pelo acúmulo maior de poluentes na atmosfera); maior concentração de pessoas em locais fechados e pouco arejados e também o uso de casacos de lã e cobertores, que ficam guardados no armário por longos períodos e acumulam poeira.

Na maioria dos casos, o principal sintoma, causado por todos esses fatores, é o desencadeamento de uma crise alérgica, provocada pela reação de hipersensibilidade do organismo. Ela acontece quando as pessoas sensíveis a determinadas situações entram em contato com agentes desencadeantes da crise, chamados alérgenos. Dentre os mais conhecidos, destacam-se a poeira domiciliar, ácaros, pelos de animais, baratas, fungos, polens, além de agentes irritantes como fumo e poluentes.

Para a maioria das alergias, como a asma, rinite, bronquite e sinusite, o tratamento deve ser focado no bom controle ambiental, evitando os agentes que causam alergias, e para os demais sintomas, o uso de remédios para controlar problemas como a dor no corpo, a coriza, a febre e a falta de ar. Como cada um dos problemas apresenta sintomas específicos, é preciso ficar atento caso observe os sinais por mais de três dias seguidos e não deixar de procurar ajuda especializada, seja de um pneumologista ou de um clínico-geral.

Fonte: Portal Minha Vida

 

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